Presidentes

  1. Silvério Fernandes de Araújo Jorge (1869 a 1872)
  2. Roberto Calheiros de Melo (1872 a 1895)
  3. Adriano Augusto de Araújo Jorge (1896 a 1901)
  4. Manoel Baltazar Pereira Diégues Júnior (1901 a 1922)
  5. Francisco de Paula Leite e Oiticica (1922 a 1927)
  6. Demócrito Brandão Gracindo (Vice-presidente em exercício no período de 17 de julho a 25 de setembro de 1927)
  7. Orlando Valeriano de Araújo (1927 a 1953)
  8. Osório Calheiros Gatto (1953 a 1958)
  9. Jayme de Altavila – Anfilófio Jayme de Altavila Melo (1958 a 1970)
  10. José Lages Filho (1970 a 1983)
  11. Luiz de Medeiros Neto (1983 a 1992)
  12. Jayme Lustosa de Altavila (1993 a…)
  • Secretários Perpétuos
  1. João Francisco Dias Cabral (1869 a 1885)
  2. Luiz Joaquim Costa Leite (1885 a 1923)
  3. Luiz de Mascarenhas (1923 a 1926)
  4. João Craveiro Costa (1926 a 1931)
  5. Luiz Lavenére Wanderley (1931 a 1944)
  6. Abelardo Duarte (1944 a 1992)
  7. José Franklin Casado de Lima (1992 a 2001)
  8. Luiz Nogueira Barros (2001 a…)

  • Palavras do Presidente

Instituição pioneira na sistematização dos estudos sobre a História e a Geografia de Alagoas, bem como na preservação dos documentos bibliográficos de interesse para a nossa história.

Com a criação e atividades, chamou para si a responsabilidade de atuar como centro da preservação dos vestígios do passado alagoano e da produção de conhecimento histórico.

Aqui, na Casa da Memória das Alagoas, permanecemos, contudo, por amor a gleba, sem vaidades, em nossos postos de guardiões da história.

Não vivemos embevecidos e nem enfatuados nos recintos do Instituto. Somos compreensivos e iguais. Somos assíduos à instituição por que nos comprazemos na leitura de seus manuscritos, nos seus livros centenários, no seu documentário histórico, nos seus jornais e nas obras de arte e de história de nosso museu, em que destacamos as coleções de etnografia, arqueologia e antropologia.

Nossa instituição pelos seus Estatutos é apartidária, não temos aqui facções ou alas, o fim principal é a entidade acima de todos nós. Os associados das diversas categorias principalmente os sócios efetivos, para sua entrada no quadro social independente do sexo, da idade ou da profissão. Aqui o que vale é o mérito, é a contribuição pessoal, a pesquisa em grupo ou individual e tudo em proveito do Instituto, não é a personalização de qualquer membro.

Nosso quadro de sócios efetivos renova-se continuadamente por contingências diversas: por forças de mudança de domicilio de alguns confrades, por transferências para outras categorias e pela lei inexorável da morte.

Aqui deve existir sempre um Colegiado aonde todos, indistintamente, têm os mesmos direitos e obrigações para com a Instituição e que respeitam a vontade soberana da maioria. Todos os problemas são tratados numa esfera democrática, daí a eficiência da obra edificada.

Jayme L. Altavila